domingo, 5 de abril de 2009

Museu da Lingua Portuguesa


Museu da Língua Portuguesa ou Estação Luz da Nossa Língua é um museu interativo sobre a língua portuguesa localizado na cidade de São Paulo no histórico edifício Estação da Luz, no Bairro da Luz, concebido pela Secretaria da Cultura paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, tendo um orçamento de cerca de 37 milhões de reais (14,5 milhões de euros).O objetivo do museu é criar um espaço vivo sobre a língua portuguesa, considerada como base da cultura do Brasil, onde seja possível causar surpresa nos visitantes com os aspectos inusitados e, muitas vezes, desconhecidos de sua língua materna. Segundo os organizadores do museu, "deseja-se que, no museu, esse público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa". O museu tem como alvo principal a média da população brasileira, composta de pessoas provenientes das mais variadas regiões e faixas sociais do país, mas que ainda não tiveram a oportunidade de obter uma idéia mais precisa e clara sobre as origens, a história e a evolução contínua da língua.



Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_da_Língua_Portuguesa

Monumento as Bandeiras


O escultor Victor Brecheret costumava dizer que o Monumento às Bandeiras, instalado na Praça Armando Salles de Oliveira, no Ibirapuera, era a obra de sua autoria com que mais se identificava. "Passei quase 30 anos de minha vida me dedicando a ela", afirmava o artista em entrevistas. A idéia da criação do monumento surgiu em 1921, logo após a Primeira Guerra Mundial.

Na época, o jovem e desconhecido escultor contou com o apoio dos modernistas Oswald de Andrade e Di Cavalcanti.

A obra só começaria a sair do papel em 1936. Até 1953 - quando foi finalmente inaugurada - a finalização do monumento esteve sujeita a situações peculiares das administrações que se sucederam no período. Armando Salles de Oliveira foi o primeiro a tomar providências para a produção da peça, reservando 2.900 contos de réis para a construção.

No entanto, uma semana depois de assinar o contrato com o artista, o político deixou o governo para candidatar-se à presidência da república. A partir de 1939, as obras praticamente pararam. Em 1945, o Estado fez um acordo com o então prefeito Prestes Maia: ele assumiria a responsabilidade pela construção em troca de alguns terrenos do governo.

O trabalho foi retomado no ano seguinte. Os 240 blocos de granito que formam a obra - com cerca de 50 toneladas cada - foram trazidos de uma pedreira em Mauá. Transportá-los nas estradas de terra foi uma operação difícil.


Símbolos

Finalmente, em 25 de janeiro de 1953 - durante as comemorações do 399º aniversário da cidade -, a obra foi inaugurada. Com 12 metros de altura, 50 de extensão e 15 de largura, representa uma expedição bandeirante subindo um plano, com dois homens a cavalo. Uma das imagens representa o chefe português e a outra, o guia índio.

Atrás deles, há um grupo formado por índios, negros, portugueses e mamelucos, que puxa a canoa das monções, usada pelos bandeirantes nas expedições pelos rios. As raças podem ser identificadas por detalhes nas estátuas: os portugueses apresentam barbas; as figuras nuas, com uma cruz ao pescoço são os índios catequisados.

A obra foi instalada no sentido de entrada dos bandeirantes pelo interior, no eixo sudeste-noroeste. Na frente do monumento, um mapa de Afonso Taunay, esculpido no granito, mostra o roteiro das expedições com os nomes de alguns bandeirantes famosos, entre eles Fernão Dias, Anhangüera, Borba Gato e Raposo Tavares.

Versos dos poetas Guilherme de Almeida e Cassiano Ricardo lembram as bandeiras em placas nas laterais da escultura.

Música

365 - São Paulo

Mercado Municipal


Por iniciativa do então prefeito José Pires do Rio, começou a ser construído em 1928 um importante edifício no estilo neoclássico de mais de 22 mil m², requintado acabamento e coleção de belos vitrais, que demorou quatro anos para ser concluído e custou dez mil contos de réis. Trata-se do Mercado Municipal de São Paulo.

Nessa época, o local não tinha perspectivas de sucesso devido à falta de meios de transporte na região. Nessa época surgiram os bondes "cara-de-pau", exclusivos dos comerciantes e suas mercadorias, e o "Trenzinho da Cantareira", uma composição que fazia o abastecimento do mercado diretamente no seu interior.


Atualmente o estabelecimento é uma referência nacional por sua diversidade de aromas, cores e sabores como os de frutas, verduras, legumes, vinhos, queijos, chocolates, carnes, peixes, frutos do mar, aves, embutidos, temperos, condimentos e outras opções encontradas nos empórios, proporcionando ao cliente, além de toda essa variedade, a oportunidade de provar os produtos e desfrutar do ambiente carregado de história que o prédio oferece já que antes de ser um mercado, o complexo serviu, entre 1927 e 1933, como quartel para a Revolução de 32. Além disso, a arquitetura do prédio, concebida pelo conceituado escritório de Francisco de Paula Ramos de Azevedo, é estudada por universitários e pesquisadores.

O mercado é famoso pelo pastel de bacalhau e sanduíche de mortadela, que já viraram referência.

Serviço: Mercado Municipal Rua da Cantareira, 306 - Parque Dom Pedro II - Centro (Metrô São Bento) Tel.: (11) 3326-6664 

Horário: De segunda a sábado, das 6h às 18h. Domingo e feriados, das 6h às 16h. Fecha todo último domingo do mês para manutenção Grátis


Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/204-mercado-municipal

Museu do Ipiranga


A idéia de erguer um monumento em homenagem à independência do Brasil no local da proclamação, às margens do rio Ipiranga, surgiu meses depois ao acontecimento. No entanto, por falta de verbas e de entendimentos quanto ao tipo a ser criado, somente após 68 anos da proclamação que a idéia se concretizou com a inauguração do edifício-monumento, em 1890. Para tal, em 1884 foi contratado como arquiteto o engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi.

O estilo arquitetônico adotado, eclético, há muito estava em curso na Europa e viria marcar, a partir do final do século XIX, a transformação arquitetônica de São Paulo. Bezzi utilizou, de forma simplificada, o modelo de palácio renascentista.

Atualmente o museu é um dos ícones da cidade e sua importância é marcada tanto pela imponência do prédio e de suas instalações quanto pela grande parte da história do Brasil que abrange. Conta com um acervo de mais de 125 mil peças, entre mobiliários, trajes e utensílios que pertenceram a figuras da história brasileira como bandeirantes, imperadores e barões paulistas do café.

Há ainda coleções de armas brancas, peças da Revolução Constitucionalista de 1932 e uma sala reservada a Santos Dumont, pioneiro da aviação, com maquetes de seus aparelhos e objetos de uso pessoal. Além disso, as instalações do museu abrigam uma biblioteca com cem mil volumes, um Centro de Documentação Histórica com 40 mil manuscritos e laboratórios de conservação e restauração de peças e documentos. Ao redor do prédio, um grande e belíssimo jardim é utilizado como recanto para os românticos, usado para os exercícios de quem gosta de ginástica ou para recreação das crianças.

O espaço também promove cursos, seminários e outros eventos, bem como presta serviços à comunidade, atendendo instituições, pesquisadores, professores, estudantes e público em geral e ainda presta assessoria e consultoria, além de distribuir publicações da instituição.

Um sinal do amor do paulistano para com a área é a interferência e medida de proteção ao museu. Fundada em 1º de setembro de 1995, a Sociedade Amigos do Museu Paulista (Sampa) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o desenvolvimento e o aprimoramento das atividades do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, bem como contribuir nas áreas de pesquisa, publicações, curadoria e atendimento ao público. A extensão de ações junto à população é uma de suas principais metas.

Serviço: Museu Paulista (Museu do Ipiranga)  Parque da Independência, s/nº - Ipiranga - Zona Sul Tel.: (11) 2065-8000 Site: www.mp.usp.br 

 Horário: Terça a domingo, das 9h às 17h  Preço: R$ 4 (inteira) e R$ 2 para estudantes. Grátis para crianças até seis anos, idosos e portadores de necessidades e também no primeiro e terceiro domingos do mês. O acesso ao jardim e ao monumento é livre.


Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/210-museu-do-ipiranga-paulista

Catedral da Sé



Em 1913 iniciou a construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de 1954, na comemoração do 4º Centenário da Cidade de São Paulo, ainda sem as duas torres principais.

A primeira versão da igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade construído em taipa de pilão (parede feita de barro e palha socados estruturados em toras).

Em 1745, a "velha Sé", como era chamada, foi elevada à categoria de catedral. Por isso, neste mesmo ano inicia-se a edificação da segunda matriz da Sé no mesmo local da anterior. Ao lado dela, em meados do século XIII levanta-se a Igreja de São Pedro da Pedra. Em 1911, os dois templos foram demolidos para dar espaço ao alargamento da Praça da Sé e, finalmente, à versão atual da catedral.
O monumento também teve a sua importância na vida política recente do País. Em tempos de despotismo militar, D. Agnelo Rossi (1964-1970) assumiu o arcebispado, inaugurando a fase da teologia da libertação e da opção preferencial pelos pobres. Desde 1970 sobressaiu-se a figura do cardeal arcebispo D. Paulo Evaristo Arns, que dedicou todo o seu tempo e o seu esforço ao combate à ditadura militar, denunciando os crimes, as torturas e cedendo a Sé para as manifestações políticas e ecumênicas pelos desaparecidos políticos e pela anistia.

Um dos cinco maiores templos góticos do mundo, a catedral foi reaberta em 2002, após três anos de reformas, e voltou a ter missas diárias. Além disso, agora há visitas monitoradas aos domingos, das 12h às 13h.

É em frente à Catedral da Sé que fica o Marco Zero da cidade de São Paulo. O pequeno monumento de mármore em forma hexagonal, construído em 1934, traz um mapa das estradas que partem de São Paulo com destino a outros estados. Cada um dos seus lados representa simbolicamente outro estado brasileiro: o Paraná (araucária), Mato Grosso (vestimenta dos Bandeirantes), Santos (navio), Rio de Janeiro (Pão de Açúcar e suas bananeiras), Minas Gerais (materiais de mineração profunda) e Goiás (bateia, material de mineração de superfície).

Serviço:
Catedral da Sé
Praça da Sé, s/n - Centro - São Paulo (Metrô Sé)
Tel.: (11) 3107-6832
Horários: Durante a semana aberto das 8h às 19h
Missa: às 12h e às 18h
Sábado: Aberto das 8h às 17h
Missa: às 12h
Domingo: Aberto das 8h às 13h e das 15 às 18h
Missas: às 9h, 11h e 17h

Música

Suellen Luz - São Paulo