domingo, 5 de abril de 2009

Museu da Lingua Portuguesa


Museu da Língua Portuguesa ou Estação Luz da Nossa Língua é um museu interativo sobre a língua portuguesa localizado na cidade de São Paulo no histórico edifício Estação da Luz, no Bairro da Luz, concebido pela Secretaria da Cultura paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, tendo um orçamento de cerca de 37 milhões de reais (14,5 milhões de euros).O objetivo do museu é criar um espaço vivo sobre a língua portuguesa, considerada como base da cultura do Brasil, onde seja possível causar surpresa nos visitantes com os aspectos inusitados e, muitas vezes, desconhecidos de sua língua materna. Segundo os organizadores do museu, "deseja-se que, no museu, esse público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa". O museu tem como alvo principal a média da população brasileira, composta de pessoas provenientes das mais variadas regiões e faixas sociais do país, mas que ainda não tiveram a oportunidade de obter uma idéia mais precisa e clara sobre as origens, a história e a evolução contínua da língua.



Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_da_Língua_Portuguesa

Monumento as Bandeiras


O escultor Victor Brecheret costumava dizer que o Monumento às Bandeiras, instalado na Praça Armando Salles de Oliveira, no Ibirapuera, era a obra de sua autoria com que mais se identificava. "Passei quase 30 anos de minha vida me dedicando a ela", afirmava o artista em entrevistas. A idéia da criação do monumento surgiu em 1921, logo após a Primeira Guerra Mundial.

Na época, o jovem e desconhecido escultor contou com o apoio dos modernistas Oswald de Andrade e Di Cavalcanti.

A obra só começaria a sair do papel em 1936. Até 1953 - quando foi finalmente inaugurada - a finalização do monumento esteve sujeita a situações peculiares das administrações que se sucederam no período. Armando Salles de Oliveira foi o primeiro a tomar providências para a produção da peça, reservando 2.900 contos de réis para a construção.

No entanto, uma semana depois de assinar o contrato com o artista, o político deixou o governo para candidatar-se à presidência da república. A partir de 1939, as obras praticamente pararam. Em 1945, o Estado fez um acordo com o então prefeito Prestes Maia: ele assumiria a responsabilidade pela construção em troca de alguns terrenos do governo.

O trabalho foi retomado no ano seguinte. Os 240 blocos de granito que formam a obra - com cerca de 50 toneladas cada - foram trazidos de uma pedreira em Mauá. Transportá-los nas estradas de terra foi uma operação difícil.


Símbolos

Finalmente, em 25 de janeiro de 1953 - durante as comemorações do 399º aniversário da cidade -, a obra foi inaugurada. Com 12 metros de altura, 50 de extensão e 15 de largura, representa uma expedição bandeirante subindo um plano, com dois homens a cavalo. Uma das imagens representa o chefe português e a outra, o guia índio.

Atrás deles, há um grupo formado por índios, negros, portugueses e mamelucos, que puxa a canoa das monções, usada pelos bandeirantes nas expedições pelos rios. As raças podem ser identificadas por detalhes nas estátuas: os portugueses apresentam barbas; as figuras nuas, com uma cruz ao pescoço são os índios catequisados.

A obra foi instalada no sentido de entrada dos bandeirantes pelo interior, no eixo sudeste-noroeste. Na frente do monumento, um mapa de Afonso Taunay, esculpido no granito, mostra o roteiro das expedições com os nomes de alguns bandeirantes famosos, entre eles Fernão Dias, Anhangüera, Borba Gato e Raposo Tavares.

Versos dos poetas Guilherme de Almeida e Cassiano Ricardo lembram as bandeiras em placas nas laterais da escultura.

Música

365 - São Paulo

Mercado Municipal


Por iniciativa do então prefeito José Pires do Rio, começou a ser construído em 1928 um importante edifício no estilo neoclássico de mais de 22 mil m², requintado acabamento e coleção de belos vitrais, que demorou quatro anos para ser concluído e custou dez mil contos de réis. Trata-se do Mercado Municipal de São Paulo.

Nessa época, o local não tinha perspectivas de sucesso devido à falta de meios de transporte na região. Nessa época surgiram os bondes "cara-de-pau", exclusivos dos comerciantes e suas mercadorias, e o "Trenzinho da Cantareira", uma composição que fazia o abastecimento do mercado diretamente no seu interior.


Atualmente o estabelecimento é uma referência nacional por sua diversidade de aromas, cores e sabores como os de frutas, verduras, legumes, vinhos, queijos, chocolates, carnes, peixes, frutos do mar, aves, embutidos, temperos, condimentos e outras opções encontradas nos empórios, proporcionando ao cliente, além de toda essa variedade, a oportunidade de provar os produtos e desfrutar do ambiente carregado de história que o prédio oferece já que antes de ser um mercado, o complexo serviu, entre 1927 e 1933, como quartel para a Revolução de 32. Além disso, a arquitetura do prédio, concebida pelo conceituado escritório de Francisco de Paula Ramos de Azevedo, é estudada por universitários e pesquisadores.

O mercado é famoso pelo pastel de bacalhau e sanduíche de mortadela, que já viraram referência.

Serviço: Mercado Municipal Rua da Cantareira, 306 - Parque Dom Pedro II - Centro (Metrô São Bento) Tel.: (11) 3326-6664 

Horário: De segunda a sábado, das 6h às 18h. Domingo e feriados, das 6h às 16h. Fecha todo último domingo do mês para manutenção Grátis


Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/204-mercado-municipal

Museu do Ipiranga


A idéia de erguer um monumento em homenagem à independência do Brasil no local da proclamação, às margens do rio Ipiranga, surgiu meses depois ao acontecimento. No entanto, por falta de verbas e de entendimentos quanto ao tipo a ser criado, somente após 68 anos da proclamação que a idéia se concretizou com a inauguração do edifício-monumento, em 1890. Para tal, em 1884 foi contratado como arquiteto o engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi.

O estilo arquitetônico adotado, eclético, há muito estava em curso na Europa e viria marcar, a partir do final do século XIX, a transformação arquitetônica de São Paulo. Bezzi utilizou, de forma simplificada, o modelo de palácio renascentista.

Atualmente o museu é um dos ícones da cidade e sua importância é marcada tanto pela imponência do prédio e de suas instalações quanto pela grande parte da história do Brasil que abrange. Conta com um acervo de mais de 125 mil peças, entre mobiliários, trajes e utensílios que pertenceram a figuras da história brasileira como bandeirantes, imperadores e barões paulistas do café.

Há ainda coleções de armas brancas, peças da Revolução Constitucionalista de 1932 e uma sala reservada a Santos Dumont, pioneiro da aviação, com maquetes de seus aparelhos e objetos de uso pessoal. Além disso, as instalações do museu abrigam uma biblioteca com cem mil volumes, um Centro de Documentação Histórica com 40 mil manuscritos e laboratórios de conservação e restauração de peças e documentos. Ao redor do prédio, um grande e belíssimo jardim é utilizado como recanto para os românticos, usado para os exercícios de quem gosta de ginástica ou para recreação das crianças.

O espaço também promove cursos, seminários e outros eventos, bem como presta serviços à comunidade, atendendo instituições, pesquisadores, professores, estudantes e público em geral e ainda presta assessoria e consultoria, além de distribuir publicações da instituição.

Um sinal do amor do paulistano para com a área é a interferência e medida de proteção ao museu. Fundada em 1º de setembro de 1995, a Sociedade Amigos do Museu Paulista (Sampa) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o desenvolvimento e o aprimoramento das atividades do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, bem como contribuir nas áreas de pesquisa, publicações, curadoria e atendimento ao público. A extensão de ações junto à população é uma de suas principais metas.

Serviço: Museu Paulista (Museu do Ipiranga)  Parque da Independência, s/nº - Ipiranga - Zona Sul Tel.: (11) 2065-8000 Site: www.mp.usp.br 

 Horário: Terça a domingo, das 9h às 17h  Preço: R$ 4 (inteira) e R$ 2 para estudantes. Grátis para crianças até seis anos, idosos e portadores de necessidades e também no primeiro e terceiro domingos do mês. O acesso ao jardim e ao monumento é livre.


Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/210-museu-do-ipiranga-paulista

Catedral da Sé



Em 1913 iniciou a construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de 1954, na comemoração do 4º Centenário da Cidade de São Paulo, ainda sem as duas torres principais.

A primeira versão da igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade construído em taipa de pilão (parede feita de barro e palha socados estruturados em toras).

Em 1745, a "velha Sé", como era chamada, foi elevada à categoria de catedral. Por isso, neste mesmo ano inicia-se a edificação da segunda matriz da Sé no mesmo local da anterior. Ao lado dela, em meados do século XIII levanta-se a Igreja de São Pedro da Pedra. Em 1911, os dois templos foram demolidos para dar espaço ao alargamento da Praça da Sé e, finalmente, à versão atual da catedral.
O monumento também teve a sua importância na vida política recente do País. Em tempos de despotismo militar, D. Agnelo Rossi (1964-1970) assumiu o arcebispado, inaugurando a fase da teologia da libertação e da opção preferencial pelos pobres. Desde 1970 sobressaiu-se a figura do cardeal arcebispo D. Paulo Evaristo Arns, que dedicou todo o seu tempo e o seu esforço ao combate à ditadura militar, denunciando os crimes, as torturas e cedendo a Sé para as manifestações políticas e ecumênicas pelos desaparecidos políticos e pela anistia.

Um dos cinco maiores templos góticos do mundo, a catedral foi reaberta em 2002, após três anos de reformas, e voltou a ter missas diárias. Além disso, agora há visitas monitoradas aos domingos, das 12h às 13h.

É em frente à Catedral da Sé que fica o Marco Zero da cidade de São Paulo. O pequeno monumento de mármore em forma hexagonal, construído em 1934, traz um mapa das estradas que partem de São Paulo com destino a outros estados. Cada um dos seus lados representa simbolicamente outro estado brasileiro: o Paraná (araucária), Mato Grosso (vestimenta dos Bandeirantes), Santos (navio), Rio de Janeiro (Pão de Açúcar e suas bananeiras), Minas Gerais (materiais de mineração profunda) e Goiás (bateia, material de mineração de superfície).

Serviço:
Catedral da Sé
Praça da Sé, s/n - Centro - São Paulo (Metrô Sé)
Tel.: (11) 3107-6832
Horários: Durante a semana aberto das 8h às 19h
Missa: às 12h e às 18h
Sábado: Aberto das 8h às 17h
Missa: às 12h
Domingo: Aberto das 8h às 13h e das 15 às 18h
Missas: às 9h, 11h e 17h

Música

Suellen Luz - São Paulo

 

Teatro municipal de São Paulo



O Teatro Municipal de São Paulo nasceu embalando os sonhos de uma cidade que crescia com a indústria e o café e que nada queria dever aos grandes centros culturais do mundo naquele início de século.
São Paulo se fortalecia com o fim do ciclo da borracha e com a ascensão de seus barões, mas acabara de perder para um incêndio, em 1898, o Teatro São José (Praça João Mendes), palco das suas principais manifestações artísticas.
Tornava-se imperativo construir um espaço à altura das grandes companhias estrangeiras.Após aprovação na Câmara dos Vereadores, o projeto do secretário da Casa, Gomes Cardim, começou a tornar-se realidade.
O arquiteto Ramos de Azevedo e os italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi iniciaram a construção em 1903 e, após oito anos de trabalho, o Teatro Municipal foi batizado pela ópera Hamlet, de Ambroise Thomas, diante de uma multidão de 20 mil pessoas, que se acotovelava às suas portas. São Paulo se integrava, então, ao roteiro internacional dos grandes espetáculos.
Pelo palco do Teatro Municipal passaram nomes como Maria Callas, Enrico Caruso, Arturo Toscanini, Claudio Arau, Arthur Rubinstein, Ana Pawlova, Nijinsky, Isadora Duncan, Nureyev, Margot Fonteyn, Baryshnikov, Duke Ellington, Ella Fitzgerald, Vivien Leigh.Tantos nomes, tantos espetáculos e ainda o cenário do movimento que promoveu uma grande transformação cultural no Brasil: a "Semana de Arte Moderna de 22".
A construção do Teatro Municipal foi considerada arrojada para a época. Recebeu influência da Ópera de Paris e sua arquitetura exterior tem traços renascentistas barrocos do século XVII. Em seu interior, muitas obras de arte. Bustos, bronzes, medalhões, paredes decoradas, cristais, colunas neoclássicas, vitrais, mosaicos e mármores garantem um banquete para os olhos do espectador mais atento.Dois grandes restauros marcaram as mudanças e renovações do Teatro.
O primeiro, em 1951, com o arquiteto Tito Raucht, criou novos pavimentos para ampliar os camarins, reduziu os camarotes e instalou o órgão G. Tamburini.O mais recente, de 1986 a 1991, foi comandado pelo Departamento de Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura, restaurando o prédio e implementando estruturas e equipamentos mais modernos.Hoje, o Teatro Municipal coordena escolas de música e dança e busca desenvolver cada vez mais o trabalho de seus corpos estáveis: a Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório, Balé da Cidade de São Paulo, Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, Coral Lírico e o Coral Paulistano.Uma estrutura de quase 900 pessoas, entre técnicos, artistas e funcionários que zelam pela casa.
O calendário de eventos traz nomes brasileiros e internacionais, sempre valorizando o trabalho de seus próprios conjuntos.Aos 97 anos, com sua arte, sua história e seus cenários de sonho, este Teatro Municipal quer receber a todos de portas abertas e representar para São Paulo o mesmo que significou ao nascer, em 12 de setembro de 1911.

SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA

Estagio Palestra Italia

O Verdão mora no Jardim Suspenso


O estádio Palestra Itália é a casa da Sociedade Esportiva Palmeiras. Localizado na Zona Oeste da cidade de São Paulo, possui capacidade para receber 32 mil pessoas. Um vão de aproximadamente quatro metros separa a torcida do gramado. Também chamado de Parque Antártica, o estádio do Palmeiras é dessa maneira um dos mais seguros do País, já que invadir o campo de forma generalizada é praticamente impossível. A beleza e as características incomuns do estádio renderam-lhe o epíteto "Jardim Suspenso".

História do Estádio Palestra Itália

Já Campeão, o Palestra ainda treinava e jogava com o saco de material nas costas. Precisava de um campo, de uma casa sua para os sócios e os jogadores. Depois de muito pensar, alguém lembrou do terreno pertencente à Cia. Antarctica Paulista, que estava alugado ao América F.C, então presidido pelo antigo zagueiro Belfort, um exemplo de esportista e cavalheiro. Consultada a Antarctica, esta concordou em vender a área por 500 contos de réis, desde que o América acedesse de romper o contrato do aluguel. Vasco Stella Farinello, diretor palestrino, foi o encarregado de procurar o presidente Belfort, que residia em Itatiaia, quase na divisa do Rio de Janeiro. Depois de dez horas de trem e quase tantas outras de cavalo alugado, chega à casa de Belfort e exausto volta a São Paulo com a concordância do esportista. O Palestra compra o Parque Antarctica por 250 contos de réis à vista e duas promissórias de 125 à serem pagas em duas prestações anuais.
Ao final do primeiro ano não havia dinheiro em caixa para saldar a dívida e o jeito foi vender uma parte do parque para as Indústrias Reunidas Matarazzo e pagar a conta inteira de uma só vez. Com tal resolução, o parque atual acabou custando aos cofres do clube 150 contos de réis.
O segundo título paulista, o Palestra levantaria em 1926, repetindo o feito em 1927, para ser tri-campeão em 1932/1933/1934. Em 36, é novamente campeão, em 1940 também, até chegar o ano em que mudaria os rumos e o nome do clube, em 1942.

Estadio do Morumbi


ESTÁDIO CÍCERO POMPEU DE TOLEDO


O Sonho do Morumbi cabe ao São Paulo Futebol Clube ser o proprietário do maior estádio particular do mundo. Durante as décadas de 50 e 60, o clube superou grandes dificuldades para erguer o "Gigante do Morumbi". Nos idos da década de 40, surge a idéia de construir um grande estádio para o Tricolor.


O São Paulo possuía então um grande time e conquistas expressivas, mas nenhum patrimônio, a não ser um terreno no Canindé. A finalidade da então diretoria era transformar um grande time num grande clube. Em 1942, com a compra do Canindé, o sonho do grande estádio chegou a ser passado para o papel, num anteprojeto, mas foi atrapalhado pela Prefeitura: o traçado da Marginal Tietê cortaria o terreno do São Paulo e o anteprojeto teve que ser abandonado. Aventou-se a idéia de trocar o Canindé por uma área maior, no Ibirapuera, no local onde atualmente é o Parque do Ibirapuera, mas o então vereador Jânio Quadros liderou uma
campanha contra e a Câmara Municipal não aprovou.
Abandonada esta idéia, no ano de 1951, dirigentes do São Paulo percorreriam a cidade em busca de um terreno compatível com as suas ambições - construir o maior estádio particular do mundo. E foi assim que no final de 1951 encontraram uma área no Jardim Leonor (ou Morumbi), na região sul de São Paulo. A idéia de constuir um estádio numa area tão distante da cidade - na época, o Morumbi era um bairro praticamente desabitado - viraria piada entre os grandes clubes da capital paulista. Ninguém acreditava que a idéia sobreviveria, mas sobreviveu. O primeiro passo foi tentar adquirir o dito terreno de 145.000 metros quadrados. Em dezembro de 1951, a prefeitura de São Paulo doou uma parte do terreno, sendo a outra parte comprada pelo clube. No dia 15 de agosto de 1952, o então presidente do clube, Cícero Pompeu de Toledo, assinou a escritura dando posse ao São Paulo FC do terreno e a edificação do sonho começou naquele mesmo dia com o lançamento
da pedra fundamental. Para erguer o gigantesco estádio, a diretoria são-paulina encontrou muitas dificuldades, pois o dinheiro empregado saiu do próprio clube. Iniciava-se ali uma nova fase para o São Paulo. O terreno no Canindé foi vendido para a Associação Portuguesa de Desportos e o dinheiro foi todo revertido em material de construção. Todo o resto da receita do clube também foi investida na construção do estádio, enquanto o time de futebol ficou em segundo plano. Para levantar o dinheiro necessário, o São Paulo usou de todos os recursos que dispunha, inclusive vendendo jogadores.


Dados:


Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi)


Localização: São Paulo, SP


Endereço: Praça Roberto Gomes Pedrosa


Dimensões: 108 x 72 m


Capacidade atual: 80.000 pessoas


Inauguração: 02.10.1960 (São Paulo 1 x 0 Sporting-POR)


Recorde de público: 138.032 pessoas (Corinthians x Ponte Preta, 09.10.1977)


Instalações:


Medidas da área de jogo: Comprimento - 108,25m/ Largura - 72,70


Espaço para jogadores reservas: 12 assentos


Dois placares eletrônicos


Sistema de iluminação dotado de 256 refletores

Estadio de futebol da cidade de São Paulo

Pacaembu






No início, a região do Pacaembu (que em tupi-guarani significa terras alagadas) era um simples local de descanso para os índios em suas viagens, junto a um ribeirão, que mais tarde ficou conhecido pelo nome de Ribeirão Pacaembu.
Um vale, coberto por vegetação e sujeito a inundações que foi desbravado no final do Século XVIII pelos jesuítas.
Em 1911, surgiu a CIA CITY - City of São Paulo & Freehold limited, empresa que comprou a área e urbanizou o vale, transformando-o num dos "Bairros Jardins" da cidade. A primeira tarefa foi canalizar o ribeirão e abrir uma larga avenida, toda arborizada - a Avenida Pacaembu.
Na década de 20, a idéia da construção de um grande estádio em São Paulo era o sonho de esportistas, figuras públicas e modernistas, como Mário de Andrade. Foi ele que sugeriu a criação de um local que pudesse receber atividades esportivas, eventos culturais e apresentações musicais. Em 1926 a CIA CITY doou o terreno de 50 mil metros quadrados ao Estado, que repassou a Prefeitura.
Em 1936, o Prefeito do município na época, Fábio da Silva Prado, aprovou a idéia e deu início às obras desse complexo pela construtora Severo e Villares. Começava a surgir aquele que seria um dos principais palcos esportivos e culturais da história do Brasil.


















Dentro do estádio funciona um verdadeiro complexo esportivo que atende o munícipe de forma gratuita. O complexo inclui piscina olímpica aquecida com arquibancada para 4 mil pessoas; ginásio poliesportivo coberto com capacidade para abrigar 2800 espectadores; ginásio de saibro coberto com assento para 800 pessoas; quadra externa de tênis com arquibancada para 1.500 pessoas; quadra poliesportiva externa com iluminação; pista de Cooper com 860m; salas de ginástica e posto médico.
São de uso gratuito no Pacaembu: piscina, realização de exame médico, quadra de futsal externa, confecção de carteirinha, ginástica, musculação, condicionamento físico, dança, práticas para 3ª idade e cooper.
Tem preço público para utilização: ginásio poliesportivo, ginásio de saibro coberto, quadras de tênis descoberta e o campo de futebol.
Para tanto o munícipe deve se dirigir a secretaria do estádio, proceder a reserva de horário (desde que esteja o mesmo livre), ser informado do valor e recolhê-lo junto ao caixa do estádio guardando consigo o recibo da guia efetivamente paga como comprovante.
CarteirinhaPara participar das atividades oferecidas é necessário associar-se ao Pacaembu, morar próximo ao Estádio e ir pessoalmente a sua secretaria, de terça a sexta-feira, das 9h às 16:45h, e aos sábados, domingos e feriados das 9h às 13:00h, levando uma cópia da Carteira de Identidade (RG), comprovante de residência e uma foto 2x2. Menores de idade devem levar também uma autorização dos pais ou responsáveis. O acesso à secretária é pela Rua Capivari, s/n - portão 23.
Atendimento médicoTerça à sexta-feira - 9h às 11:45h e das 14h às 16:45- Sábados, domingos e feriados - 9h às 11:45h.





Fonte: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/esportes/pacaembu/historia/0010

Parque da agua branca










HISTÓRICO




No início do Século XX, em meados de 1904, o então Prefeito de São Paulo, Dr. Antônio da Silva Prado, conhecendo o caráter ainda embrionário da atividade agrícola na cidade, percebeu que estava na hora de ativar novas perspectiva no setor. A população abastecia-se de produtos hortifrutigranjeiros em chácaras periféricas, ou mesmo de alguns bairros residenciais da cidade ou ainda, em pequenas hortas e galinheiros, nos próprios quintais das casas. Dispondo de poucos recursos, mas já possuindo vocação e terras que ainda eram baratas, muitas pessoas poderiam se dedicar à atividade agrícola de forma profissional e ajudar a elevar a qualidade dos produtos, difundir o cultivo, aumentando assim a produção e barateando os preços. Com esta visão, o prefeito idealizou o que se chamaria de Escola Prática de Pomologia e Horticultura, projeto que após algumas contrariedades sofridas pela resistência dos opositores da Câmara Municipal, que preferiam calçar ruas e abrir novas avenidas, finalmente obteve aprovação através da Lei nº 730 de 20 de abril de 1904. A verba concedida seria destinada para a contratação de um horticultor experiente e para as instalações necessárias.
Era o embrião do Parque Água Branca que começava a ser formado em 1905, quando a lei 811 de 14 de março daquele ano, autorizou a prefeitura a adquirir um terreno da propriedade de João Batista de Souza, entre outros, como uma área de 91.781,27 m², na “Freguesia da Água Branca”. Assim sendo, o terreno situado na Avenida Água Branca foi vendido ao governo municipal para acolher a nova escola. Ao terreno adquirido foram sendo incorporadas outras terras, até que nos anos 20, contava exatamente com 124.735,14 m². Em 27 de janeiro de 1911, a Lei nº 1369 simplesmente suprime a Escola de Pomologia encerrado suas atividades. Em 25 de abril de 1928, o então Governador de São Paulo, Júlio Prestes, que tinha como Secretário da Agricultura o Dr. Fernando Costa, decidiu transferir as antigas dependências de Produção Animal e de Exposições da Moóca para a Água Branca. O local foi chamado de Pavilhão de Exposição de Animais, e mais tarde chamado de Parque Dr. Fernando Costa, em homenagem ao seu fundador.
A Prefeitura transferiu a área para o Estado em troca de um terreno da “Fazenda do Estado”, hoje o “Parque do Ibirapuera”. Durante o período de 1939 a 1942, foram adquiridos pelo governo do Estado de São Paulo, mais 12.022,27m², totalizando assim a área atual do Parque.
O Parque Água Branca surgiu nessa época de desenvolvimento agropecuário, tornando-se portanto, patrimônio deste setor. Criadores e fazendeiros, na década de 20, participaram de uma campanha para que São Paulo tivesse um Recinto de Exposições e um local para ser sede do antigo departamento da Secretaria da Agricultura do Estado.
Mais conhecido como Parque Água Branca, o Parque Dr. Fernando Costa, pertencente a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, foi criado em 02 de Junho de 1929, pelo então Secretário da Agricultura Dr. Fernando Costa, para ser um recinto de exposições e provas zootécnicas, onde funcionou a Indústria de Produção Animal. Localizado na, ainda poeirenta Avenida Água Branca, o Parque na sua inauguração, contava com várias seções: de Veterinária, Defesa Sanitária Animal, Caça e Pesca, Produção Animal entre outras. Tanques de peixes, um pequeno Zôo, um caramanchão e até um cinema mudo formavam uma área especial para o lazer. Outra atração da época: passear à noite no Parque para admirar seus prédios de estilo Normando, iluminados, projetados por Mário Whately, e os vitrais do Portal de entrada, em estilo Art Déco, desenhados por Antônio Gomide. Todo esse encanto foi se perdendo com o tempo e o descaso.
Em 1.979, grandes exposições de gado foram definitivamente transferidas para o recinto de Exposições da Água Funda, por motivos de modernização da área de exposições e necessidade de espaços mais amplos para a circulação dos visitantes.
Em 1996, conforme Resolução SC - 25, de 11-06-96 – “O Secretário da Cultura, nos termos do artigo 1º do Decreto-Lei 149, de 15-8 do Decreto Estadual 13.426 de 16-3-79, cujos artigos 134 e 149 permanecem em por força dos artigos 187 e 193 do Decreto Estadual 20.955, de 1-6-83, resolve: fica tombado como bem cultural, histórico, arquitetônico, turístico, tecnológico e paisagístico, o PARQUE DOUTOR FERNANDO COSTA, também tido como PARQUE DA ÁGUA BRANCA”, pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado).
Hoje o Parque é patrimônio do Estado e passa por outra transformação: recupera seu brilho , sua tradição e volta a ser um ponto de encontro das famílias de São Paulo.








Parque da Juventude

Há um ano, o Parque da Juventude mudou a paisagem na Zona Norte, ao substituir a Casa de Detenção do Carandiru, por uma grande área verde. A primeira fase do Parque, entregue em setembro de 2003, inclui instalações esportivas como pista de skate, dez quadras (onde são praticados esportes como tênis, vôlei, futsal e basquete). Há ainda áreas de descanso, vestiários e pista para caminhada.

O Parque Central, entregue este ano, tem cerca de 95 mil m2 de área verde, com alamedas, jardins, bosques, árvores ornamentais e frutíferas. Também foi instalada uma grande estrutura metálica central em aço que permite o acesso a locais exclusivos para observação do parque.

Os visitantes podem, ainda, praticar o arvorismo. Inicialmente, serão instaladas cinco plataformas em diversas alturas para que o público possa caminhar entre as árvores. Depois, serão acrescidas mais dez plataformas. No Parque Central também serão oferecidos cursos de segurança em esportes de aventura e formação de monitores. O local tem ainda um viveiro onde serão preparadas as mudas e espécies originais da Mata Atlântica. Para o início de 2005, haverá uma programação de educação ambiental dirigida a alunos da rede ensino estadual, municipal e particular.

A terceira fase do Parque da Juventude será entregue em 2006 e leva o nome de Parque Institucional irá abrigar o Centro de Cultura, de Tecnologia da Informação e Inclusão Digital, Centro de Excelência em Terceiro Setor e o Centro de Formação Profissional, em parceria com a Fatec.


Endereço: Avenida Zaki Narchi, 1309 , Santana



Jardim Botânico

Em 360 mil metros de espaço verde, os freqüentadores do Jardim Botânico têm o privilégio de observar uma vasta coleção de plantas nativas e exemplares exóticos. A reserva, apesar de conter inúmeras espécies vegetais, apresenta um seleto grupo de “habitantes” – macacos, bichos-preguiça, ouriços, gambás e tucanos, para citar só alguns. Esses animais vivem soltos, explorando os recantos da mata e aproveitando o que o local oferece de melhor: a paisagem.

Para chegar ao interior da imensidão verde, o visitante passa antes por uma alameda formada por palmeiras jerivá; o circuito apresenta nas laterais alguns bancos e pérgolas, com trepadeiras cheias de flores. Mais à frente, o destaque é o Jardim de Lineu (com toques de Jardim de Uppsala, na Suécia) e suas estufas gigantes: a primeira é reservada às exposições e a segunda abriga uma pequena cópia da mata atlântica.

A confraternização com a natureza pode continuar no Museu Botânico, cujo destaque são os vitrais e paredes em alto relevo – que retratam várias espécies da flora tropical. Ali o público aprende um pouco sobre o ecossistema e conhece produtos retirados do meio ambiente. Os curiosos não podem deixar de apreciar os bosques de pau-brasil e palmitos, nem o Orquidário. Apesar do nome, o espaço não é destinado somente às orquídeas, é também lar das bromélias.

Jardim BotânicoEnd: Avenida Miguel Stéfano, 3031/3687 , Água Funda

Fonte: http://www.guiasp.com.br/guiasp/site/passeios_diversoes/despliegue.cfm?mn=7&id_conteudo=15323

sábado, 4 de abril de 2009

Zôo Safári

O parque foi reaberto em 2001 sob os cuidados da Fundação Zoológico, com quase todas as suas característica originais. A exceção é que, ao invés de todos os bichos passearem livremente como antes, os mais ferozes (leões e ursos) são separados dos visitantes por uma tela – mas continuam soltos dentro desse limite. Até mesmo os tigres já podem receber visitas: o espaço reservado para eles está pronto e o público tem a oportunidade de conhecer as espécies siberianas por meio de um alambrado. O percurso é de aproximadamente quatro quilômetros.
A área de 100 mil metros quadrados, que continua abrigando também girafas, macacos, zebras, camelos e hipopótamos. Uma peculiaridade do local, o único do gênero na América do Sul, é o fato de que praticamente todos os seus “habitantes” nasceram lá mesmo. O parque possui cerca de 350 bichos de diversas espécies.

Novidade - Já está aberto ao público o novo espaço do Zôo Safári. Trata-se do maior recinto aberto de macacos-prego na América do Sul. Uma área de 1.800 metros quadrados onde serão soltos 50 macacos que medem de 32 a 52 cm e possuem uma cauda que pode ser utilizada como ponto de apoio quando de pé ou para dar-lhes equilíbrio, enrolando-se ao redor de um ramo.

O recinto possui abrigos para os animais se recolherem quando fizer frio ou chover. Foi cuidadosamente trabalhado na questão do enriquecimento ambiental e preparado para poderem se exercitar e interagir com o público.

Zôo Safári
End: Avenida do Cursino, 6338 , Vila Morais
Tel: 6336-2131
Horário: Qua a dom, das 9h30 às 16h30.
Estac.: Grátis.
Preço: R$ 40,00 (veículo próprio até 5 pessoas); R$ 10,00 p/ pessoa adicional. Veículo do parque: R$ 8,00 a R$ 10,00.
Ticket:
Obs: Tem lanchonete. Grátis para menores de 3 e maiores de 65 anos. Aceita cheques. Possui van no local.

Fonte: http://www.guiasp.com.br/guiasp/site/passeios_diversoes/despliegue.cfm?mn=7&id_conteudo=15314

Musica


Fazendinha Estação Natureza



Em uma avenida bastante movimentada em São Paulo, a Washington Luís, o paulistano pode encontrar uma boa opção de passeio com as crianças, a Fazendinha Estação Natureza. Com clima de campo no centro da cidade, o local oferece atividades como passeios de charrete e cavalo, oportunidade para plantar sementes e alimentar animais, além de acompanhar uma ordenha. 

Criada em 1995, a Fazendinha possui 6 mil m² pretende colocar a criançada urbana em contato com um ambiente rural. Os passeios com a família para o público geral costumam acontecer aos fins de semana, pois de segunda a sexta o local recebe excursões. Entre os bichinhos que são criados no local e que as crianças podem ver e brincar estão coelhos, vacas, ovelha, tartarugas, bode, patos e muito mais. Há também um serviço de monitores bilingües, que precisa ser solicitado com antecedência. 


Fazendinha Estação NaturezaEnd: Avenida Washington Luís, 4221 , Brooklin
el: 5034-2728 e 5034-0937
Horário: Segunda a sexta (somente eventos agendados), das 8h30 às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 10 às 17h(público geral).
Estac.: ($)
Preço: R$ 22 (crianças de 2 a 12 anos); R$ 18 (adultos de 13 a 65 anos). Menores de 2 anos e acima de 65 anos, não pagam ingresso. 
Obs: Aceita cheque. Possui lanchonete.


Cidade do livro

(Esse vídeo foi feito por uma pofessora que levou seus alunos à cidade do livro).


Cidade do Livro

Com a proposta de incentivar o hábito da leitura, a Cidade do Livro é um espaço cenográfico recheado de atrações. Lá, as crianças de três a oito anos aprendem a importância dos livros, além de entrar em contato com temas como saúde, cultura, ética e cidadania. E tem mais: artistas interpretam personagens que interagem com a garotada e seus professores.

Cidade também oferece atração para crianças entre nove e 12 anos, que enquanto percorrem espaços para solucionar um caso, aprendem sobre o processo de produção de um livro, desde a edição até a pré-impressão. No final da brincadeira, chegam a um veredicto e descobrem que o verdadeiro fantasma é a preguiça e a falta de hábito de ler!

Cerca de 30 profissionais trabalham nos 2 mil metros quadrados de cultura e diversão. A 
Cidade do Livro é um passeio exclusivo para grupos e escolas.

Playcenter




Há mais de três décadas garantindo a diversão de famílias e jovens, o parque paulistano, Playcenter, está instalado numa área plana de 85 mil m2. Recentemente passou por reformas estruturais e de paisagismo que tornaram o passeio ainda mais agradável. 
As atrações do Playcenter agradam todas as idades. Para os mais radicais, a indicada é a Boomerang, montanha-russa que faz um looping completo e mais dois meio loopings e volta tudo de costas. Os mais corajosos podem testar seus limites em brinquedos como o Evolution, onde se pode flutuar de ponta-cabeça, chegando a 20 metros de altura, e Looping Star, uma montanha russa com um super looping. Para os visitantes que buscam “fortes emoções”, o parque oferece mais de dez opções que prometem deixar os cabelos em pé e a sensação de frio de barriga, como a Windstorm (montanha russa), a poderosa queda de 60 metros de altura do elevador Turbo Drop, o Sky Coaster, um simulador de vôo de pára-quedas, o Cataclisma e muitas outras opções. 

O Playcenter também possui um espaço voltado especialmente para a criançada. São mais de 25 atrações, entre brinquedos tradicionais, como o Carrossel, o Dumbinho e o Trenzinho, miniaturas de atrações para adultos, como a Happy Mountain (uma mini montanha russa), Convoy Race (viagem divertida com um comboio de mini caminhões coloridos), Frog Hopper (gôndola que se movimenta para cima e para baixo, imitando um elevador) Mini Pista (o carrinho bate-bate para as crianças) e a Barca Pirata (uma mini barca viking), além de vários outros brinquedos. Há a o Wave Swinger, também conhecido como chapéu mexicano, que deixa um friozinho na barriga inesquecível.

O Playcenter ainda conta com deliciosas opções de refeições. Por todo o parque encontram-se quiosques com cachorro quente, algodão doce, maçã do amor, sorvetes, churros, bebidas além de uma completa praça de alimentação. 

Parque da monica





Parque da Mônica
O parque temático foi concebido em torno dos famosos personagens daTurma da Mônica, criada por Maurício de Sousa. Atores caracterizados vivem a menina dentuça e seus amigos Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento.

Monitores cuidam da diversão da garotada. Além de brinquedos para os menores, como piscina de bolinhas e escorregador, os visitantes podem conferir as projeções de cinema, 
o estúdio de TV, jogos em computadores e um carrossel eletrônico que faz referência ao simpático dinossauro Horácio. 

Outro destaque são os espetáculos com a turma no teatro. O tema das peças varia de acordo com a época do ano. Além disso tudo, por uma taxa paga à parte os pais podem deixar as crianças durante toda a tarde sob a supervisão dos monitores.

Parque da Xuxa

O Mundo da Xuxa

Considerado o maior parque temático coberto da América Latina, O Mundo da Xuxa oferece 18 atrações importadas para a diversão da criançada. Entre os brinquedos estão uma montanha russa, carrinho de bate-bate, um simulador e um carrossel, entre outros. 

O local ainda oferece um espaço para atividades, onde os pequenos podem participar da oficina de artes, além de aprender as coreografias do novo CD.


Nomes dos bairros, ruas e avenidas..


  • Aclimação-de Jardim d´Acclimation(Paris), o bairro abrigou o primeiro zoológico de São Paulo; a região era utilizada para "aclimatação" do gado que transitava na região
  • Água Branca-nome de antigo córrego
  • Antártica(avenida)-vem de Cia Antártica
  • Água Rasa-na região o ribeirão Tatuapé era raso
  • Águia de Haia(avenida)-apelido dado a Rui Barbosa em virtude de seu desempenho em congresso realizado em Haia, Holanda
  • Ana Rosa(largo e est. de metrô)-vem de Dona Ana Rosa de Araújo Galvão, que doou herança para a criação do Instituto Dona Ana Rosa que cuidava de crianças abandonadas, depois o nome foi dado ao Largo Dona Ana Rosa
  • Anhangabaú-rio "dos malefícios, do diabo"
  • Anhanguera-"diabo velho", apelido dado pelos índios ao bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva
  • Anhembi-rio "dos nhambus", espécie de peixe
  • Aricanduva(rio e avenida)-"lugar onde há muitas palmeiras da espécie airi"; nome da empresa de loteamentos de Ademar de Barros
  • Artur Alvim-nome do engenheiro que projetou a estação de trem
  • Barra Funda-na região a barra do Tietê era funda
  • Barro Branco-nome de córrego que ficava na Invernada(região para pastagem rodeada de obstáculos)
  • Bela Vista-vem da bela paisagem da região onde hoje é a Praça da Bandeira
  • Belém-vem de São José do Belém
  • Billings(represa)-do nome do engenheiro Carlos Billings
  • Bixiga-de Antônio Bexiga
  • Bom Pastor(rua)-nome de antigo instituto que cuidava de crianças
  • Bom Retiro-o local era procurado pelas pessoas para o seu "retiro" de fim de semana
  • Brás-de José Braz
  • Brás Leme(avenida)-do bandeirante Brás Esteves Leme
  • Brasilândia-vem de Companhia Brasilândia, de José Munhoz Bonilha
  • Bresser(rua e est. de metrô)-vem de engenheiro Carlos Bresser
  • Brooklin-vem de Brooklyn de Nova Iorque, em alemão da Idade Média significa ponte pequena
  • Butantã-"solo duríssimo"
  • Caiubi(rua)-chefe dos guaianazes
  • Cambuci-"pote"; tipo de árvore
  • Cangaíba-"cabeça ruim, dor de cabeça"
  • Canindé-"arara azul"; "vozerio, gritaria"; "escuro"
  • Cantareira-prateleira para guardar cântaros(vasos grandes para líquidos)
  • Campo Belo-no local havia uma parada de bonde com esse nome
  • Campo Limpo-vem de estrada do Campo Limpo
  • Campo de Marte-local onde Santos Dumont fazia experiências, em Paris
  • Campos Elísios-vem de Champs Elysées, em Paris
  • Capão Redondo-capão é uma porção de mato isolado
  • Carandiru-vem de candiru, peixe de água doce; nome de antigo córrego
  • Casa Verde-vem de meninas da casa verde, e depois de Sítio Casa Verde; tal sítio era propriedade de umas meninas que moravam na rua do Rosário(atual Quinze de Novembro) em uma conhecida casa verde
  • Catumbi-"mato cinza pardacento"
  • Caxingui-espécie de planta; rato do banhado
  • Cerqueira César-ex-governador de São Paulo
  • Chico Pontes(rua)-antigo comerciante
  • Chora Menino-achava-se que podia ser o choro de uma criança, mas provavelmente eram gatos no cio ou o barulho do vento em eucaliptos
  • Cidade Ademar-nome do engenheiro responsável pelo primeiro loteamento no lugar; diziam que a área era uma fazenda do ex-governador Ademar de Barros
  • Cidade A E Carvalho-nome de construtora
  • Cidade Dutra-vem de Eurico Gaspar Dutra
  • Cidade Líder-nome da empreendedora de Francisco Munhoz Bonilha(Líder Empreendimentos)
  • Cidade Tiradentes-nome do primeiro conjunto habitacional do bairro
  • Conceição(est. de metrô)-vem de Parque da Conceição, de Vila Conceição(nome antigo do bairro), anteriormente de Nossa Senhora da Conceição
  • Conceição(avenida da zona norte)-vem de Estrada da Conceição, que ligava à Freguesia da Conceição de Guarulhos
  • Congonhas(aeroporto)-vem de Visconde de Congonhas, apelido do 1º governador de São Paulo que nasceu nessa cidade mineira
  • Consolação-vem de Nossa Senhora da Consolação
  • Cumbica-"nuvem baixa"
  • Curuçá-maneira como os índios diziam cruz
  • Cupecê(avenida)-"fronte da borda da mata"; nome de antigo sítio
  • Cursino(avenida)-de André Cursino
  • Dr. César(rua)-vem de engenheiro Luiz César do Amaral Gama
  • Ermelino Matarazzo-filho do conde Francisco Matarazzo
  • Freguesia do Ó-vem de Caminho de Nossa Senhora do Ó; as freguesias eram os bairros que ficavam nos arredores da capital(que se restringia ao centro) e que receberam essa denominação até a época da proclamação da república
  • Gasômetro(rua)-local de onde saía o gás para os lampiões
  • Grajaú-cesto fechado para transportar galinhas e aves; aparelho para conduzir louça de barro; aparelho para conduzir peixes; cidade e rio no Maranhão
  • Guaianazes-nome de antiga tribo indígena
  • Guapira(avenida)-"começo do vale"; "cortado"
  • Guarapiranga(represa)-"lagoa vermelha"; "garça vermelha"; nome de antiga aldeia indígena
  • Guarulhos-de Guaru, que significa "comedor"; "índio barrigudo"; nome de antiga tribo indígena; de Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos
  • Heliópolis-cidade do sol
  • Higienópolis-cidade da higiene; foi planejado para ser um bairro bem arborizado
  • Ibirapuera-"madeira podre"
  • Iguatemi-"rio sinuoso"
  • Inajar de Souza(avenida)-jornalista e repórter policial, conviveu com bicheiros do Rio de Janeiro e encontrou-se com Che Guevara
  • Interlagos-entre lagos
  • Ipiranga-"rio vermelho, barrento"
  • Itaim-"pedra pequena"
  • Itaim Bibi-vem de Itaim do Bibi, apelido de Leopoldo Couto de Magalhães
  • Itaquera-"pedra adormecida"; "pedra dura"
  • Imirim-"rio pequeno"
  • Indianópolis-vem de Indianápolis(EUA)
  • Jabaquara-"rocha"; "buraco"; "lugar dos refugiados"
  • Jacuí-rio "dos jacus"
  • Jaçanã-ave de peito vermelho que vivia perto do rio Cabuçu
  • Jaguara-"onça pintada"; vem de Barão de Jaguara, apelido de político influente dos tempos do Império e pai do loteador
  • Jaguaré-"lugar onde existe onças"
  • Jaraguá-"senhor do vale"; "morros que dominam os campos"; "água que murmura"
  • Jd. América-nome de esposa de um inglês fundador do bairro; de Cia Edificadora de Villa América
  • Jd. Anália Franco-nome de educadora atuante na região
  • Jd. Angela-vem de dona Angela(mulher do loteador); de Santa Angela
  • Jd. Avelino-de Gustavo Avelino
  • Jd. Brasil-vem de Companhia Agrícola e Imobiliária Brasil
  • Jd. Europa-vem de Sociedade Anônima Jd. Europa
  • Jd. França-de Cia Franco Paulista da Água Fria
  • Jd. Guedala-vem de Herbert Guedala(um dos primeiros presidentes da Cia City)
  • Jd. da Glória-vem de Chácara da Glória
  • Jd. Irene-em grego significa da paz
  • Jd. Peri-vem de Peri Ronchetti
  • Jd. Peri-Peri-"junco, brejo"
  • Jd. São Bento-vem de Mosteiro de São Bento
  • Jd. São Paulo-vem de Villa Paulicea, nome de antiga estação de trem e de bairro vizinho
  • Joaquina Ramalho(avenida)-filha do Barão de Ramalho
  • José Bonifácio-de José Bonifácio de Andrada e Silva, patriarca da Independência
  • Júlio Buono(avenida)-filho de Francisco Buono, antigo comerciante e proprietário de terras no local
  • Jurubatuba(rio)-"muitos jerivás"; espécie de palmeira; primeiro nome do rio Pinheiros, que recebeu o atual nome em 1950
  • Lajeado-vem de Santa Cruz do Lajeado
  • Ladeira da Memória-em memória ao governo provisório de São Paulo que fez obras importantes na região
  • Lapa-gruta, vem de Nossa Senhora da Lapa
  • Largo da Pólvora-vem de Casa da Pólvora
  • Lausane-vem de Lousanne, cidade suíça onde nasceu o loteador
  • Liberdade-nome dado a uma rua na época da abdicação de D. Pedro I(1831); nome dado ao antigo Largo da Forca quando se extinguiu essa pena de morte; diz-se também que o nome foi reforçado durante a época da abolição dos escravos(1888)
  • Limão-primeiros moradores encontraram pés de limão bravo
  • Luz-vem de Nossa Senhora da Luz
  • Mandaqui-rio "dos mandis", espécie de peixe; nome de ribeirão da região
  • Maria Cândida(rua)-esposa de Guilherme Praun da Silva(loteador do bairro)
  • Marsilac-vem de engenheiro Marsilac
  • M´Boi Mirim(avenida)-"cobra pequena"; nome de estrada e córrego
  • Moema-"mentira, falsidade"
  • Moinho Velho(no Ipiranga)-havia na região um moinho de trigo
  • Mooca-"faz casa"
  • Morumbi-"colina verde"; "mosca verde"; "lugar de lutas"
  • Mantiqueira(serra)-"lugar em que a chuva goteja"
  • Mutinga(avenida)-nome de ribeirão
  • Paes de Barros(avenida)-vem do nome do fazendeiro Rafael Aguiar Paes de Barros
  • Parada Inglesa-havia uma parada de trem próxima de um bairro fundado por um inglês(Vila Harding)
  • Paraíso-vem de Chácara do Paraíso
  • Parelheiros-de parelha de cavalos
  • Parque Bristol-cidade inglesa
  • Pedro Doll(rua)-proprietário de uma fazenda que ficava em Santa Terezinha
  • Penha-vem de Nossa Senhora da Penha
  • Perdizes-vem de Quintal das Perdizes
  • Perus-"pôr-se apertado"; Nhá Maria morava na área e criava perus
  • Pinheiros-vem de Nossa Senhora dos Pinheiros, e depois de Bosque dos Pinheiros
  • Pirituba-"vegetação de brejo"
  • Pari-cerca de taquara para pescar
  • Parque do Carmo-vem de Nossa Senhora do Carmo
  • Parque São Lucas-vem de Luccas, família loteadora do local
  • Pirajussara(avenida e rio)-"peixe que trava"; "peixe que dá coceira"
  • Piratininga-"peixe seco", as cheias secavam e os peixes ficavam no solo
  • Pacaembu-"arroio das pacas"
  • Panambi-"mariposa", nome de antiga fazenda
  • Parque Edu Chaves-nome de antigo aviador e amigo de Santos Dumont
  • Parque Novo Mundo-vem de Cia Predial Novo Mundo, do Banco Novo Mundo e que loteou também o Jd. São Paulo
  • Parque Peruche-vem de José de Paula Peruche
  • Piqueri-"animal de pequeno porte"
  • Pompéia-vem de Aretusa Pompéia(esposa do dono da maioria das terras); antiga cidade grega
  • Ponte Rasa-vem de Ponte Baixa, depois de Vila Ponte Rasa
  • Raposo Tavares-bandeirante Antônio Raposo Tavares
  • Sacomã-vem do nome da família loteadora do local e que possuía uma cerâmica(Sacoman)
  • Sapopemba-"raiz chata, muito enterrada"
  • Santana-mãe de Maria e avó de Jesus
  • Santa Cecília-vem da antiga capela de Santa Cecília
  • Santa Cruz(est. de metrô)-vem de capela de Santa Cruz
  • Santa Ifigênia-filha do rei Eglipo e da rainha Ifianassa da Etiópia
  • Santo Amaro-vem de Aldeia de Santo Amaro
  • São Domingos-vem de São Domingos Sávio, nasceu na Itália e era colaborador na obra salesiana; o proprietário do Banco Novo Mundo que loteou o bairro era Domingos Fernandes Alonso
  • São João(avenida)-vem de São João Batista
  • São Mateus-de Mateus Bei, italiano loteador do local
  • São Miguel Paulista-vem de São Miguel Arcanjo
  • São Silvestre(corrida)-vem do nome de um ex-papa da Igreja Católica que faleceu e também foi canonizado no último dia do ano.
  • Saúde-vem de Nossa Senhora da Saúde, e depois de Bosque da Saúde
  • -igreja matriz
  • Socorro-vem de Nossa Senhora do Socorro, e depois de Capela do Socorro
  • Sumaré-tipo de orquídea
  • Taquari(rua)-"bambu fino e pequeno"
  • Tatuapé-"caminho do tatu"; nome de antigo ribeirão
  • Tietê(rio)-rio "verdadeiro, profundo"
  • Tremembé-"brejo, lamaçal, pântano"
  • Tamanduateí(rio)-"lugar dos tamanduás"; rio "de muitas voltas"
  • Trianon(parque)-salão para reuniões dançantes que ficava no belvedere Trianon
  • Tucuruvi-"gafanhoto verde"; "taquara verde"
  • Vergueiro(rua e est. de metrô)-de José Vergueiro
  • Vila Alpina-vem de Alpes
  • Vila Andrade-vem do nome do banqueiro e dono da Chácara Andrade, Agostinho Martins de Andrade
  • Vila Anastácio-vem de Chácara do Anastácio
  • Vila Bancária Munhoz-do bancário Francisco de Munhoz Bonilha
  • Vila Carrão-de Conselheiro Carrão
  • Vila Clementino-do jurista Dr. Clementino de Souza e Castro
  • Vila Gomes Cardim-loteador do bairro, jornalista, advogado e político
  • Vila Gustavo-vem de Gustavo Backhauser
  • Vila Maria-sugestão de Eduardo Cotching(um dos loteadores)
  • Vila Mangalot-de Cia de Terrenos Mangalot
  • Vila Medeiros-de Francisco de Medeiros Jordão
  • Vila Nhocuné-vem de Senhor Coronel, como os escravos queriam chamar o seu dono
  • Vila Guilherme-de Guilherme Praun da Silva
  • Vila Ema-de Emma Nothman
  • Vila Hamburguesa-proprietário do sítio era de Hamburgo(Alemanha), e gostava da cerveja Hamburguesa
  • Vila Matilde-nome da filha da proprietária da gleba de terra, dona Escolástica Melchert
  • Vila Nova Cachoeirinha-a cachoeira ficava próximo onde hoje é a maternidade, na Inajar de Souza
  • Vila Olímpia-cidade grega
  • Vila Penteado-vem de Seu Penteado, antigo proprietário de terras no local
  • Vila Prudente-de Prudente de Morais, havia também a Cerâmica Vila Prudente
  • Vila Ré-vem de João Ré
  • Vila Romana-de Roma, cidade natal do loteador
  • Vila Sabrina-nome de artista ilaliana de passagem pelo Brasil
  • Vila Leopoldina-vem de Imperatriz Leopoldina; vem de Leopoldina Kleeberg(sócia da empresa loteadora)
  • Vila Madalena-de Madalena, cujas irmãs Ida e Beatriz também eram filhas de um fazendeiro
  • Vila Mariana-esposa de Alberto Kuhlmam, engenheiro da Cia Carris de Ferro que deu o nome a uma das estações de bonde a vapor que ia até Santo Amaro; junção de Maria e Ana, esposa e mãe de Carlos Petit, um dos moradores mais importantes
  • Vila Formosa-nome antigo de Ilha Bela
  • Vila Císper-nome de antiga indústria de garrafas
  • Vila Buarque-do engenheiro Manuel Buarque de Macedo
  • Vila dos Remédios-vem de Nossa Senhora dos Remédios
  • Vila Sônia-nome da filha de um dos proprietários de terra da região
  • Vinte e Cinco de Março(rua)-data da primeira constituição do Brasil(1824).